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Denúncia de golpe

Moraes defende urnas eletrônicas e cita elogio de Trump ao Brasil

O ministro reafirmou solidez das urnas eletrônicas do Brasil, citando ordem executiva assinada por Trump que as reconheceu como modelo de excelência.

Da Redação

quarta-feira, 26 de março de 2025

Atualizado às 12:13

Durante o julgamento da denúncia contra Jair Bolsonaro e outros sete acusados por tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022, o ministro Alexandre de Moraes ressaltou a segurança do sistema eleitoral brasileiro, especialmente das urnas eletrônicas.

Relator da ação, destacou que, nesta terça-feira, 25, até mesmo o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reconheceu o modelo de votação do Brasil como um dos melhores do mundo.

Ao apresentar seu voto, Moraes afirmou que, em 2021, uma alteração na estrutura da Abin resultou na criação de um "grupo técnico voltado para atacar as urnas eletrônicas".

Segundo o ministro, esse grupo forneceu "todos os argumentos, falsos argumentos utilizados pelo então presidente Jair Bolsonaro para atacar as urnas eletrônicas".

Moraes lembrou ainda que ele próprio, além dos ministros Luís Roberto Barroso e Luiz Fux, já presideirma o TSE, o que lhes dá conhecimento aprofundado sobre o funcionamento do sistema. "Não há nada mais confiável do que as urnas eletrônicas. Nunca houve uma comprovação de fraude ou falha", afirmou.

Ao rebater os discursos de desconfiança que marcaram o pleito de 2022, Moraes voltou a mencionar a declaração de Trump feita nesta terça-feira, 25, em que o sistema eleitoral brasileiro foi citado de forma elogiosa.

Para o ministro, esse reconhecimento internacional reforça a solidez do modelo adotado pelo país. "O Brasil citado expressamente como modelo de sucesso pelo presidente norte-americano, Donald Trump. Enquanto aqui no Brasil houve toda essa preparação para se colocar em dúvida as urnas eletrônicas", criticou.

Veja o momento:

Entenda

Donald Trump assinou recentemente ordem executiva que altera as regras eleitorais nos Estados Unidos, citando como exemplo de sucesso a biometria utilizada por países como Brasil e Índia.

No texto do decreto, Trump declarou que os EUA "agora falham em aplicar proteções eleitorais básicas e necessárias empregadas por nações modernas e desenvolvidas, bem como por aquelas ainda em desenvolvimento. A Índia e o Brasil, por exemplo, estão vinculando a identificação do eleitor a um banco de dados biométrico, enquanto os Estados Unidos dependem amplamente da autodeclaração para a cidadania".

A ordem executiva pretende reforçar a verificação da cidadania dos eleitores, buscando impedir a participação de estrangeiros no processo eleitoral.

O decreto autoriza os departamentos de Segurança Interna, de Estado e a Administração da Segurança Social a fornecerem acesso a bancos de dados Federais aos estados, a fim de checar a cidadania dos eleitores. Entre os documentos aceitos para essa confirmação estão o passaporte americano, documento de identidade válido ou identificação militar.

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