Os povos em decadência são os que mais alardeiam as glórias dos seus antepassados; é que, com elas e por elas, se julgam desculpados da falta de glórias presentes.
Trecho retirado do livro "Penso, logo... eis isto: humorismos graves, ironias agudas, evidencias paradoxais. Rio de Janeiro: Typographia Coelho, 1923."