Filho no colo - Audiência 8/5/2017 Eduardo Taveira Pinheiro "Não sou advogado trabalhista, mas lido com Direito Administrativo, ou seja, Direito Público (Migalhas 4.106 - 8/5/17- "?????" - clique aqui). Essa decisão, em tese, me parece a arrogância típica que, lamentavelmente, vemos em magistrados trabalhistas. É o único lugar que eu vejo os princípios da razoabilidade e da proporcionalidade descartados para o lado, sem dizer que, motivo de força maior só é aplicável quando é para o benefício dos próprios magistrados. Atrasar quase duas horas o início de uma audiência e alegar que isso é fato ordinário sem levar em conta que os profissionais advogados também tem vida própria é, sem dúvida, arrogância descabida. Mas tal comportamento é natural nesse país, onde existe uma constante nefasta que atua sempre que alguma classe social ascende: a exigência de submissão e privilégios." Envie sua Migalha