Artigo - PL 8058/14. Nonsense Jurídico

27/1/2015
José Carlos Costa Hashijmoto

"O medievalismo, empáfia, soberba de grande massa de magistrados sem controles externos eficazes leva não a um poder autônomo, mas a um abusador profissional da monarquia absoluta fora dos melhores valores da atual civilização (Migalhas 3.543 - 26/1/15 - "Judiciário" - clique aqui). Natural que haja paladinos em defesa do abuso de poder absoluto, que se recusa minimamente a conversar com partes e despachar sem entender do que se trata, 'numa boa', inquisitorialmente. Trata-se de propor algum controle por espaço de maior e melhor relacionamento com as partes, mais com a de menor probabilidade de ser compreendida pela cultura do juiz. A proposta aprofunda o consensualismo em alta, que evita abusos crônicos de poder, buscando apenas homologar acertos entre partes, aqui mais favorecido pela formatação procedimental. Que a pompa do falatório não esconda que apenas há uma manifestação de corporativismo exacerbado medieval, coisa que tende a ser suprimido por uma postura republicana onde as três bolinhas a cada dia devem e podem ajudar-se dentro da melhor bioética, onde o consenso tem papel de qualidade das atividades jurisdicionais. Paz."

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